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Mostrando postagens de fevereiro, 2025

Deixe-me dançar como o rio

“Desde o dia em que eu te reencontrei Me lembrei daquele lindo lugar Que na minha infância era especial para mim Quero saber se comigo você quer vir dançar Se me der a mão, eu te levarei Por um caminho cheio de sombras e de luz” O céu e a terra. O sagrado e o profano. A mente e o corpo. O novo e o velho. O fantasioso e o real. A criança e o adulto. Separar as coisas parece ser a maneira mais fácil de lidar com o mundo. Ser mais objetivo. Técnico. Direto. Dividido. Encaixotado. Formal. Preso. Como se tudo precisasse ser colocado em uma gaveta de documentos e entregue da maneira mais correta e palpável possível. Tem que ser exato. Tem que fazer sentido. É preciso que seja real de imediato. É do encontro entre dois seres que uma criança é gestada. É antes de tudo um ato de união. Ao nascer existe a necessidade biológica e orgânica de separação física do corpo da mãe. É por uma necessidade de conexão. Rompe-se com a mãe  para que se conecte ao mundo. É preciso interagir. É ruptura Mas ...